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Essa é a entrada da casa de Dona Alzira, que foi minha vizinha por 10 anos. Sua morte, ano passado, foi estranha, fedorenta, solitária. Solitária não, seu cachorro Lorde tava lá, mordendo quem ousasse chegar perto. Desejei tanto que ela fosse enterrada ali mesmo, no terreno da sua capina diária. Eu nunca havia entrado lá, até o dia desse ensaio fotográfico, em que minha querida prima Isadora Fonseca propôs um olhar sobre meu cotidiano e topou registrar uma singela homenagem minha à vizinha. Chegando lá encontrei muitas espadas de São Jorge, como essa na entrada da casa. E esta foto me veio […]